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domingo, 3 de julho de 2011

"Escrever com os cinco sentidos"

                      O meu dia
            

            Já é outro dia de novo, a minha janela está cheia de coisas que eu consigo ver, por exemplo: a casa do vizinho que está toda pintada de amarelo como nossa, o cão do vizinho é muito amiguinho do nosso cãozinho que se chama Ãoãozinho… …
             Eu levantei-me da cama, e fui passear com o Ãoão, o Ãoão é tão fofinho que eu não consigo parar de lhe mexer. Quando fui lá fora passear com o Ão-ão, o Ãoão não parava de ladrar para as pessoas que passavam junto a nós.
             Quando eu voltei para casa cheirei os pães fresquinhos e senti vontade de comer, fui logo para a cozinha e comi uma uva muito doce.
             Depois, eu fui para o sofá ver a TV, estava a dar um programa com muita piada e eu não parava de rir, ri-me tanto que sem querer caí para o chão, e fiquei com o meu rabo dorido.

Júlio Guo, 9 anos de idade, Oficinas de Escrita Criativa, na Activ@Mente, Seixal, Abril de 2011

"De texto nasce texto"

Já inventei tantas vezes a Primavera, mesmo quando o inverno aparece.
Para mim a primavera são novos tempos, novos amores. E uma alegria que sinto ter-te perto de mim. Deixo o inverno feio que nos deixa muitas vezes mal e o Outono alarmante que finge ser sempre a mais medonha das estações do ano.
Por vezes faço de conta que sou uma praia, e ou estou contente ou estou revoltado, muitas vezes engano os que mais gostam, ora está sol ora está chuva, quando sou uma praia sinto-me bem comigo próprio.
Será sempre preciso inventar primaveras, onde seja possível pendurar a alma a arejar.           

Pedro Timóteo, 14 anos de idade, Oficinas de Escrita Criativa, na Activ@Mente, Seixal, Abril de 2011.

"Escre(ver) com outros olhos"

     Numa manhã, a Dina Lara Pereira, que era uma pinguim, apresentou-se na Santa Casa Da Misericórdia, levou consigo o seu bilhete de identidade, e o talão de registo do Euro Milhões, premiado com o primeiro prémio.
     Quando a Dina entrou na Santa Casa Da Misericórdia, o funcionário que trabalha lá ficou espantado e não queria acreditar no que via. Era uma pinguim.
     - Olá! Como te chamas?
     - Chamo-me Dina
     - O que vieste cá fazer?
     - Venho cá receber o Euro Milhões
     - Trouxe o bilhete de identidade e o talão de registo do Euro Milhões?
     - Sim, aqui tem
     - Obrigado, aqui tem o seu prémio.
     A Dina toda contente, foi comprar o que queria. Era uma casa gelada, com ar condicionado, e muitas coisas frias que sejam boas para os pinguins.
     No dia seguinte, foi buscar a sua família que estava na sua velha casa. A sua família era muito grande, ela tinha 4 irmãos e 3 irmãs. Eram o Lory, o Buz, ainda o Valdy e o Alvin, e as 3 irmãs eram gémeas a Cati, a Mari e a Tari. Os pais da Dina estavam muito contentes, com muita dificuldade em saber, onde ela arranjou tanto dinheiro para comprar aquela casa, por isso perguntaram:
     - Oh, Querida filha como conseguiste comprar uma casa tão grande?
     - Ganhei o jogo do Euro Milhões, só para comprar a casa.
     - Obrigada querida filha, és a melhor filha que alguém pode ter.
     Eles estavam todos a divertir-se até que a mãe deles disse em voz alta:
     - Meninos, venham sentar-se à mesa, vou buscar o vosso lanche!

Sandra Guo, 8 anos de idade, Oficinas de Escrita Criativa, na Activ@Mente , Seixal, Abril de 2011