Oficinas de Escrita Criativa, nos dias 16 e 23 de Julho, no Campo Grande, nº 56, Sala Dublim, em Lisboa.
Público alvo: jovens e adultos a partir dos 14 anos de idade.
Para mais informações e inscrições contacte-me através do email: antoniopaiva21@sapo.pt
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quinta-feira, 7 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
"Escrever com os cinco sentidos"
O meu dia
Já é outro dia de novo, a minha janela está cheia de coisas que eu consigo ver, por exemplo: a casa do vizinho que está toda pintada de amarelo como nossa, o cão do vizinho é muito amiguinho do nosso cãozinho que se chama Ãoãozinho… …
Eu levantei-me da cama, e fui passear com o Ãoão, o Ãoão é tão fofinho que eu não consigo parar de lhe mexer. Quando fui lá fora passear com o Ão-ão, o Ãoão não parava de ladrar para as pessoas que passavam junto a nós.
Quando eu voltei para casa cheirei os pães fresquinhos e senti vontade de comer, fui logo para a cozinha e comi uma uva muito doce.
Depois, eu fui para o sofá ver a TV, estava a dar um programa com muita piada e eu não parava de rir, ri-me tanto que sem querer caí para o chão, e fiquei com o meu rabo dorido.
Júlio Guo, 9 anos de idade, Oficinas de Escrita Criativa, na Activ@Mente, Seixal, Abril de 2011
"De texto nasce texto"
Já inventei tantas vezes a Primavera, mesmo quando o inverno aparece.
Para mim a primavera são novos tempos, novos amores. E uma alegria que sinto ter-te perto de mim. Deixo o inverno feio que nos deixa muitas vezes mal e o Outono alarmante que finge ser sempre a mais medonha das estações do ano.
Por vezes faço de conta que sou uma praia, e ou estou contente ou estou revoltado, muitas vezes engano os que mais gostam, ora está sol ora está chuva, quando sou uma praia sinto-me bem comigo próprio.
Será sempre preciso inventar primaveras, onde seja possível pendurar a alma a arejar.
Pedro Timóteo, 14 anos de idade, Oficinas de Escrita Criativa, na Activ@Mente, Seixal, Abril de 2011.
"Escre(ver) com outros olhos"
Numa manhã, a Dina Lara Pereira, que era uma pinguim, apresentou-se na Santa Casa Da Misericórdia, levou consigo o seu bilhete de identidade, e o talão de registo do Euro Milhões, premiado com o primeiro prémio.
Quando a Dina entrou na Santa Casa Da Misericórdia, o funcionário que trabalha lá ficou espantado e não queria acreditar no que via. Era uma pinguim.
- Olá! Como te chamas?
- Chamo-me Dina
- O que vieste cá fazer?
- Venho cá receber o Euro Milhões
- Trouxe o bilhete de identidade e o talão de registo do Euro Milhões?
- Sim, aqui tem
- Obrigado, aqui tem o seu prémio.
A Dina toda contente, foi comprar o que queria. Era uma casa gelada, com ar condicionado, e muitas coisas frias que sejam boas para os pinguins.
No dia seguinte, foi buscar a sua família que estava na sua velha casa. A sua família era muito grande, ela tinha 4 irmãos e 3 irmãs. Eram o Lory, o Buz, ainda o Valdy e o Alvin, e as 3 irmãs eram gémeas a Cati, a Mari e a Tari. Os pais da Dina estavam muito contentes, com muita dificuldade em saber, onde ela arranjou tanto dinheiro para comprar aquela casa, por isso perguntaram:
- Oh, Querida filha como conseguiste comprar uma casa tão grande?
- Ganhei o jogo do Euro Milhões, só para comprar a casa.
- Obrigada querida filha, és a melhor filha que alguém pode ter.
Eles estavam todos a divertir-se até que a mãe deles disse em voz alta:
- Meninos, venham sentar-se à mesa, vou buscar o vosso lanche!
Sandra Guo, 8 anos de idade, Oficinas de Escrita Criativa, na Activ@Mente , Seixal, Abril de 2011
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